Gisele Bündchen e o terrorismo internacional
Não há dúvidas de que o atentado terrorista contra Nova York e Washington chocou todo o planeta. O misto de pavor e curiosidade que a tragédia provoca afeta diretamente os sites de informação da Web, onde raramente se trafega com facilidade.
O portal IG dedicou o espaço de honra de sua página principal ao ataque. O usuário que acessar o IG poderá acompanhar as últimas notícias, artigos e análises de especialistas, depoimentos de quem viu tudo de perto. Além disso, o IG reservou uma sala de bate-papo exclusiva para discutir o atentado. Para quem não quer perder a oportunidade de vasculhar a vida das estrelas, o IG prova que também é permitido fazer colunismo social em tempos de cólera e mostra, com foto e tudo o mais, que Gisele Bündchen deixa Nova York e deseja voltar ao Brasil.
O Uol, por sua vez, elege um rei para NY, um tal de Sérgio Ávila, que prestigia os usuários com o prazer de uma conversa sobre o desastre de 11 de setembro. O internauta também pode assistir a uma seçcão de vídeo com a cena dos atentados e do resgate de vítimas nos EUA. Sera essa famosa interatividade a serviço da humanidade?
O site Globo.com também tem um chat especial “sobre o maior atentado terrorista de todos os tempos”. Publica também fotos, últimas notícias, gráficos e análise.
O Estadão também divulga matérias especiais sobre o atentado. Em sua página principal há um relevente espaço destinado à tragédia norte-americana. Há imagens impressionantes e lista de brasileiros desaparecidos.
Após analisar os 4 sites, posso dizer que não há nada de especial em nenhum deles, todos apresentam o mesmo tipo de informação, como se as notícias fossem enviadas por uma mesma agência. Apesar da instantaneidade da internet, o que se vê nos sites é um amontoado de informações, algumas vezes inúteis, que nada diferem do que está sendo intensamente explorado pela TV.
Não há dúvidas de que o atentado terrorista contra Nova York e Washington chocou todo o planeta. O misto de pavor e curiosidade que a tragédia provoca afeta diretamente os sites de informação da Web, onde raramente se trafega com facilidade.
O portal IG dedicou o espaço de honra de sua página principal ao ataque. O usuário que acessar o IG poderá acompanhar as últimas notícias, artigos e análises de especialistas, depoimentos de quem viu tudo de perto. Além disso, o IG reservou uma sala de bate-papo exclusiva para discutir o atentado. Para quem não quer perder a oportunidade de vasculhar a vida das estrelas, o IG prova que também é permitido fazer colunismo social em tempos de cólera e mostra, com foto e tudo o mais, que Gisele Bündchen deixa Nova York e deseja voltar ao Brasil.
O Uol, por sua vez, elege um rei para NY, um tal de Sérgio Ávila, que prestigia os usuários com o prazer de uma conversa sobre o desastre de 11 de setembro. O internauta também pode assistir a uma seçcão de vídeo com a cena dos atentados e do resgate de vítimas nos EUA. Sera essa famosa interatividade a serviço da humanidade?
O site Globo.com também tem um chat especial “sobre o maior atentado terrorista de todos os tempos”. Publica também fotos, últimas notícias, gráficos e análise.
O Estadão também divulga matérias especiais sobre o atentado. Em sua página principal há um relevente espaço destinado à tragédia norte-americana. Há imagens impressionantes e lista de brasileiros desaparecidos.
Após analisar os 4 sites, posso dizer que não há nada de especial em nenhum deles, todos apresentam o mesmo tipo de informação, como se as notícias fossem enviadas por uma mesma agência. Apesar da instantaneidade da internet, o que se vê nos sites é um amontoado de informações, algumas vezes inúteis, que nada diferem do que está sendo intensamente explorado pela TV.
